(image)Créditos: Foto: Instagram @alinne @yagomesquittaNa última quinta-feira (5),<b>Alinne Rosa</b>esteve no videocast g1 Ouviu e contou sobre a maratona de se apresentar no trio elétrico.“Xixi no copo é real. E uma vez eu confundi copo de xixi com copo de energético. Aí senti o puro sabor da Alinne Rosa”, brincou.Segundo o g1,<a href="https://www.instagram.com/alinne/">Alinne</a>também relembrou o beijo em Daniela Mercury durante gravação em 2008. “Nunca olhei pro lado de repressão, nunca liguei. Mas foi um momento marcante demais. Na época saiu em todas as capas de revista. E foi massa. Em 2008, a galera era mais recatada e do lar. Hoje está todo mundo mais livre.”, relembrou.“Eu tenho um público muito forte LGBTQIAPN+. E gosto muito de estar dentro das pautas deles e oferecer minha voz pra eles reverberarem. Não deixa de ser uma crítica social a gente sair todo mundo vestido de futebol, verde-e-amarelo.”, disse.Vale lembrar que Alinne foi diagnosticada com depressão em 2005 e contou que sofreu, por muito tempo, ao “fingir alegria e estar triste por dentro”. O novo trabalho de Alinne veio depois de sete anos, período em que ela “fazia o que dava pra fazer”.“Nesses anos, eu fazia o que dava pra fazer enquanto uma pessoa que está vivendo uma depressão. Não sei como conseguia fazer músicas de carnaval naquele período.”, afirmou.“Tava scrollando as coisas e vi algo sobre Pedro Pascal, e falei: a gente tem um cara desses aqui! Esse combo todo de ator maravilhoso, ativista, aí mergulhei na história dele.”, contou sobre a inspiração para a música “Wagner Moura”.