(image)Créditos: Foto: Nadja Kouchi / Acervo TV CulturaNa última segunda-feira (22),<b>João Gomes</b>esteve no programa Roda Viva da TV Cultura e falou sobre sua carreira e trajetória. Entre os assuntos abordados estavam saúde mental, Grammy e o projeto Dominguinho.“Eu procurei me cuidar assim, porque eu estava com 17, 18 anos. A minha cabeça não sabia administrar, não sabia… Poxa, a informação de que meu cachê tinha passado de 100 mil reais e eu tinha que entregar um bom show para aquelas pessoas. E se eu não estivesse bem, eu ia me desculpar com elas, porque eu ia me sentir culpado de não ser tão bom assim. Então, eu sofri bastante. Eu realmente levei a sério, depois que virei pai, a minha saúde mental, assim. Agradecer ao Dr. Gatais aí, meu parceiro. Hoje ele me procura bem menos, assim, que ele vê que meu semblante está bem melhor. Acho que não por estar conquistando tanta coisa, mas porque quando a gente começa a administrar aqui… a gente começa a ter bons resultados. Acho que foi acontecendo. Eu lembro a primeira conversa, depois de ter começado a me cuidar, que eu consegui falar sem gaguejar até o fim, sem esquecer o assunto no meio do caminho”, revelou.“Esse ano no Grammy tinha três, quatro pessoas disputando sobre o forró, disputando em outras categorias. O Léo Foguete estava na categoria sertanejo, então eu preferia ter perdido para o Léo Foguete. na categoria forró do que ver ele num lugar que não era o nosso, né, velho? Porque ele canta piseiro, e aí ele cantar o piseiro faz a minha música ser uma positiva, assim, até pras pessoas que tão ao redor continuar acreditando, não achar que o gênero tá saturado, assim, a gente tá só começando. Então, só pra fechar aqui, eu ganhei também o prêmio da música brasileira, na categoria sertaneja, mas eu queria que fosse na categoria forró. E que, tipo assim, mesmo que eu não tivesse ganhado, mas que a gente falasse com propriedade do que é nosso mesmo”, afirmou<a href="https://suamusica.com.br/joaogomescantor">João</a>.“Eu queria muito ter uma festa porque eu via o Safadão, o Xande. Toda vez que eles lançavam um projeto, eles lançavam meio que uma label, assim. Eu acho que o Dominguinho hoje é bem um artista, né? Então, eu queria começar aqui em São Paulo, fazer uma única festa com esse projeto acústico, nem que fosse no teatro municipal, que é muito lindo, mas eu queria apresentar esse tipo de show também”, disse.Vale destacar que João contou como surgiu o projeto Dominguinho. “A gente começou a planejar o ano e começaram a colocar, João, faça um luau, aí no luau você canta com o Djavan, com não sei quem. E eu, meu Deus, como é que eu vou convencer o Djavan de cantar comigo? Como é que eu vou… Poxa, por mais que ele seja alagoano e tal, mas outro patamar, né? E aí, alguns encontros com o Jota, ele tinha sido cativante comigo, assim. Ele me mostrou a música Beija-Flor, que aí… Eu gosto muito de fazer repertório, né? Então eu comecei a fazer um repertório acústico. E essa música Beija-Flor estava. E depois eu ouvi Lenda. E aí o mestre me mostrou uma música no trio elétrico. que é a música, que é o Flow. Então, meio que eu fui começando a conversar com eles. E o Mestrinho já tinha sido muito meu… O Mestrinho é o mestre mesmo. Mas ele tinha me ajudado muito, porque eu sempre gostei de compor, sempre gostei de escrever”, relembrou.Vale lembrar que a agenda de apresentações com João, Mestrinho e Jota.pê segue pelo Brasil e em 2026 passará pelos Estados Unidos e Europa. Algumas cidades já estão com ingressos esgotados. É o caso do Rio de Janeiro na próxima sexta-feira (26) e Brasília em 17 de janeiro. Amsterdam, Paris, Lisboa, Barcelona e Dublin também estão com os ingressos totalmente vendidos.Confira:(iframe)