
Cantor esteve presente no podcast do Diário do Nordeste e lembrou momentos da carreira
O cearense Fagner está completando 50 anos de carreira, e vai comemorar com grande estilo em show na cidade de Fortaleza. Nesta quinta-feira (09), o artista participou do podcast “Que Nem Tu”, do Diário do Nordeste, e relembrou alguns momentos de sua carreira, analisou o cenário musical atual e revelou planos futuros.
Durante a entrevista, Fagner contou que a sua maior paixão, desde o início da carreira, ainda é tocar para as pessoas: “Nada é mais bonito do que estar no palco. A vida da gente é isso aí, passei minha vida no palco e no dia que isso não acontecer... É muito lindo estar bem harmonizado com os músicos [...] e qualquer dificuldade de fora, você vê que vale a pena quando faz um show”, contou.
O cantor cearense lembrou, durante a entrevista, de alguns parceiros de trabalho com quem esbarrou durante sua trajetória, como Belchior, uma relação que causou desentendimentos, mas que rendeu muitos frutos: "Todo mundo pode saber da dificuldade que eu tive com o Belchior, fora das quatro linhas da música. Ele foi pra mim dos maiores gênios. Mas a gente era muito irmão, e pessoalmente não foi esse sucesso. Mas foi até melhor, se a gente fosse amigo demais, não tivesse feito merda nenhuma, né?", comentou.
Fagner também revelou que um dos artistas do cenário atual com quem gosta muito de trabalhar é João Gomes. O músico também divulgou que o pernambucano estará presente no seu próximo disco, cantando um pé-de-serra. “O tempo inteiro a gente tá junto, a meninada toda gosta. Ele é um menino muito bacana, todo dia a gente se fala”, elogiou.
Terminando as lembranças, Fagner lembrou da época que era apadrinhado por Tim Maia: "O meu padrinho foi o Tim Maia, meu conselheiro era o Tim Maia. [Ele me disse] a gente chega na porta do André Bidani, chuta logo aquela porra daquela porta. Eu chutei a porta do André Bidani. É o conselho do Tim", brincou, aproveitando para comentar sobre a fama de “geração violenta”, como ficou conhecido o grupo de alguns artistas da década de 80, incluindo o cantor, que nada mais significa do que uma geração que lutava pelo que acredita, como afirmou.
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